Vinho: mocinho ou vilão?

O vinho é consumido pela população mundial há pelo menos 5 mil anos, considerado uma das bebidas alcoólicas mais antigas da humanidade.

 

Nas últimas décadas o vinho foi alvo de muitas pesquisas demonstrando efeitos benéficos à saúde. Estes resultados possuem forte apelo comercial, pois os produtores, distribuidores e apreciadores adoram qualquer notícia favorável que justifique ou estimule seu consumo.

 

Mas o vinho realmente faz bem?

 

Benefícios encontrados no vinho:

Estudos demonstram que o vinho contém polifenóis apresentando efeito benéfico para o sistema cardíaco, circulatório, antienvelhecimento, entre outros.

 

Malefícios encontrados no vinho:

O álcool é a pior substância encontrada no vinho, pois ele é responsável por vários problemas de saúde como: câncer, problemas hepáticos, problemas sociais, acidentes, alcoolismo entre outros.

 

Segundo estudos realizados pela FIOCRUZ-RJ a incidência de alcoolismo na população masculina no Brasil pode chegar à 13%

 

Portanto o vinho definitivamente não pode ser considerado uma substância indicada para o tratamento de problemas de saúde, pois seus malefícios superam seus benefícios.

 

Benefícios cardiovasculares são alcançados de forma comprovada com exercícios físicos, boa dieta e redução de estresse.

 

Sim, o vinho faz bem à saúde, porém o alcool faz muito mal.

 

Na minha opinião, estimular o consumo de vinho com desculpa de melhora do sistema cardivascular e prevenir doenças é o mesmo que recomendar o cigarro para reduzir a ansiedade.

 

 

Aurélio Alfieri

Personal Trainer

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